Bebê de 9 meses que morreu no Hospital de Soledade foi estuprada, confirma laudo

A criança de 9 meses que morreu no hospital de Soledade, no Agreste da Paraíba, foi estuprada. A informação foi confirmada no início da tarde desta quinta-feira (30) pelo Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Campina Grande, após exame de corpo de delito.

Conforme o Numol, os resultados dos exames apontam que a criança foi estuprada recentemente. Mas a causa da morte ainda não foi confirmada. No corpo da criança foram encontrados vestígios do estupro e o material será encaminhado para análise laboratorial, para tentar identificar o suspeito.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Durval Barros, o crime chocou a todos. “Depois deste laudo, não tenha dúvidas de que a polícia vai investigar isso até o fim. Um caso desses, de tamanha crueldade, precisa ser investigado e concluído o mais rápido possível”, afirmou.

A criança de 9 meses morreu na noite da quarta-feira (29), após ser levada para o Hospital de Soledade. Conforme um Boletim de Ocorrência registrado por um Policial Militar na Delegacia de Polícia Civil de Esperança, o PM estava de serviço na cidade quando foi acionado pela Guarda Municipal ao hospital.

Ao chegar no local, o médico que atendeu a criança disse que precisava fazer uma denúncia. De acordo com o boletim, o médico relatou ao policial que a criança deu entrada na unidade de saúde com com 40 graus de febre e morreu após uma uma crise convulsiva. Após a morte, o médico analisou o corpo do bebê e percebeu lesões na criança que indicam estupro.

Segundo relato da mãe da criança ao médico, a filha tinha paralisia cerebral e ela havia levado a criança para realizar um exame em Campina Grande. Na volta para São José do Sabugi, onde mora, ela parou para jantar em um restaurante de Soledade, foi quando a criança teve convulsões e foi levada para o hospital da cidade pela mãe.

Com G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1