Bandidos trocam tiros com policiais em Sumé, um leva tiro na cabeça e outro é preso

Uma operação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Militar ocorrida na noite deste sábado (16), resultou numa grande troca de tiros e um dos bandidos foi baleado no trecho da BR-412, na cidade de Sumé.

Conforme informações da polícia militar, suspeitos vinham em um carro quando os policiais deram ordem de parada, e os mesmos furaram o bloqueio policial, e começaram a disparar tiros contra os policiais. Em repreensão, os policiais também realizaram disparos contra os suspeitos, atingindo um deles com um tiro na cabeça. 

Dos quatros bandidos, um foi baleado, um foi preso e dois conseguiram fugir. Segundo informações, o veículo que estava com os bandidos é resultado de furto em São José do Egito/PE. No carro, foram encontradas drogas e munição de 12.

O bandido preso é foragido de um presídio no estado do Pernambuco. Ele foi encaminhado para a Delegacia na cidade de Monteiro e ficará à disposição da Justiça.

O outro criminoso foi socorrido pelo SAMU para o Hospital de Sumé.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1