Aluno surta e invade escola estadual com facão em Campina Grande

Um adolescente de 16 anos de idade surtou e invadiu com um facão em mãos a Escola Estadual do bairro do José Pinheiro, na zona leste de Campina Grande, no Agreste da Paraíba. O caso aconteceu no início da tarde desta segunda-feira (18). De acordo com a Polícia Militar, o aluno só foi contido com a chegada dos militares. Apesar do susto, nenhuma pessoal saiu ferida da ocorrência.

Ainda segundo a PM, o adolescente era matriculado da escola e quebrou com o facão uma câmera de monitoramento, uma vidraça da parte interna e jogou várias cadeiras no chão. Após ser apreendido pelos policiais, ele foi encaminhado para Central de Polícia. O menino informou em depoimento que entrou armado no colégio para se defender.

No entanto, ao perceber o tamanho da enrascada que se meteu, surtou e queria quebrar tudo o que via pela frente para sair de dentro da escola. Os responsáveis pelo adolescente foram chamados pelo delegado de plantão para dar continuidade ao caso. Não se sabe se ele sobre de algum distúrbio mental.

Com Portal OP9

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1