Acusado de matar agente Diogo, Rodopho Carlos é preso em João Pessoa

O acusado de matar o agente de trânsito Diogo Nascimento durante um blitz da Lei Seca em João Pessoa, Rodolpho Carlos (foto), foi preso no final da tarde desta sexta-feira (24). Rodolpho é da família de um grande empresário do ramo da comunicação do Estado e sua prisão era aguardada pela população, que temia pela impunidade do caso.

A prisão aconteceu após determinação do 1º Tribunal do Juri da Capital paraibana pela sua preventiva. A Polícia Civil, sob o comando do delegado Marcos Paulo, cumpriu o mandado de prisão e Rodolpho Carlos  passa por exame de corpo de delito na Central de Polícia.

De acordo com o delegado, Rodopho Carlos foi preso em sua residência no bairro de Manaíra.

Nesta terça-feira (25), Rodolpho Carlos participará de uma audiência de custódia onde o juiz determinará para onde ele vai. Caso não tenha curso superior, o acusado da morte do agente de trânsito  deve ir para um dos presídios da Capital paraibana.

Com MaisPB
Foto: Whatsapp

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri