Vereador de cidade do Cariri é investigado por acumular três cargos públicos em cidades diferentes

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) instaurou inquérito civil para apurar denúncia de um suposto acúmulo de cargos públicos por parte de um vereador do município de São Sebastião do Umbuzeiro, no Cariri paraibano. A informação está publicada no Diário Oficial do órgão.

De acordo com informações do MPPB, o vereador Jailson Freitas Nunes também exerce o cargo de técnico agrícola em Zabelê, também no Cariri, e é professor do Estado. Conforme informações do Sistema de Acompanhamento da Gestão dos Recursos da Sociedade (Sagres), do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), ao todo, seus vencimentos chegam a R$ 9,3 mil.

Jailson recebe R$ 4,038 mil como professor da educação básica do Estado, R$ 2,037 mil como técnico agrícola e R$ 3,3 mil como vereador.

A investigação foi autorizada pelo promotor de Justiça Diogo D’Arolla Pedrosa Falcão. Não foi divulgado o prazo para conclusão do inquérito civil. 

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB