Prefeito pede prisão de vereador em Juazeirinho

jonilton_indA briga entre os poderes, executivo e legislativo, que se arrasta desde o início do ano, teve mais um capitulo, haja vista que o prefeito, Jonilton Fernandes (PSB), através de seus advogados, pediu a prisão do presidente da Câmara de Vereadores, Admilson de Pituta (PSD).

Recentemente, o prefeito ameaçou despejar os vereadores do prédio do legislativo, alegando que o local pertence ao município.

Jonilton se irritou com Admilson porque quer pressa na marcação de uma sessão extraordinária para votar um Projeto de Lei (PL) que cria 131 cargos comissionados e que já foi apelidado pela população como “trem da alegria”, devido ao cunho eleitoreiro, haja vista que o prefeito pretende colocar na estrutura do município, potenciais cabos eleitorais para trabalharem em favor de sua reeleição.

Em entrevista na manhã desta terça-feira (4), o chefe do legislativo lamentou mais essa atitude truculenta do prefeito e disse que Jonilton está se aperreando com ele e quer ser a única autoridade da cidade, substituindo o juiz, o promotor e o delegado.

“Esse prefeito está aperreado comigo e eu não estou nem um pouco preocupado com ele. Ora, ele está com raiva porque seu PL é inconstitucional e quer que vote a todo custo. Ele nunca me tratou como vereador tampouco como presidente da Câmara e sempre quis me atropelar. Agora vem querer pedir a minha prisão, achando que é a única autoridade na cidade, substituir o juiz, o promotor e o delegado. Mas não vamos recuar, pois ele não está fazendo nada que preste, ouvindo auxiliares incompetentes e eu escuto o povo”, pontua.

Admilson disse ainda que o prefeito deveria cuidar de outros assuntos mais importantes, como lhe fornecer informações sobre as licitações referentes as compras de medicamentos e merenda escolar, que foi solicitado oficialmente desde o início do ano, mas que até o momento os documentos não foram repassados ao poder legislativo.

“Nós somos fiscais do povo e temos a obrigação de darmos uma posição á sociedade. Por exemplo, solicitei à Prefeitura que me enviasse cópias da documentação sobre as compras de remédios e merenda escolar desde janeiro, mas até agora a Câmara não foi atendida. São atitude como essa, ou seja, por defender os interesses da população, que faz com que o prefeito desgoste de mim. Se ele está nervoso, que tome chá de maracujá para ficar mais tranquilo”, ironiza Admilson

Com Heleno Lima

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A três dias do segundo turno das eleições, termina nesta quinta-feira (22) o prazo para que candidatos façam comícios e atividades de campanha. Também é o último dia para a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet.

De hoje até 24 horas depois do fim do pleito, ficam vedadas a publicação e a republicação de novos conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial ou tecnologia equivalente, que use imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas.

Até o próximo sábado (24), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda poderá divulgar comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, em até dez minutos diários requisitados às emissoras de rádio e de televisão. Parte desse tempo pode ser cedido aos tribunais regionais eleitorais.

No próximo domingo (25), os brasileiros deverão ir às urnas das 8h às 17h, para eleger o próximo presidente da República.

Eleitores do Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins definem ainda o próximo governador ou governadora. Nesses locais, a ordem de votação na urna é: governador e depois presidente.

Além disso, seis cidades brasileiras terão eleições suplementares para prefeito. Nesses municípios, os eleitores votam primeiro em presidente, depois em prefeito.

O TSE recomenda consultar previamente o local de votação no site do tribunal ou no aplicativo e-Título, e que os eleitores levem uma colinha com o número dos candidatos, anotados em papel. É proibido entrar com celular na cabine de votação.

Com Agência Brasil