Obra de R$ 1,5 mi reforça abastecimento do Cariri com água da transposição

A partir de maio, municípios do Cariri paraibano não assistidos diretamente pela Transposição do São Francisco vão ter reforço no abastecimento de água com a conclusão da obra que vai permitir a captação de capte água da transposição através da adutora do Congo.
De acordo com a Diretoria de Expansão da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), a obra de captação é constituída de um poço amazonas com drenos coletores radiais, que vão captar água do Rio Paraíba. A obra está localizada no cruzamento do rio Paraíba com a PB-214, que liga os municípios de Sumé e Congo.

No local, será instalada uma bomba de grande vazão no poço amazonas para que a água seja injetada na adutora que vem do açude Cordeiro, que fica no Congo, possibilitando o reforço no abastecimento nos municípios de Sumé, Serra Branca, Livramento, Parari, São José dos Cordeiros e Gurjão.

Ainda segundo a Cagepa, atualmente, a obra, que custa R$ 1,5 milhão, está com 50% de andamento e deverá ficar pronta e em operação em maio.

 

Com Vitrine do Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri