Inscrições do concurso da Prefeitura de Queimadas, com 121 vagas e salários até R$ 4,7 mil, começam nesta segunda-feira

Começam nesta segunda-feira (17) as inscrições para o concurso público da Prefeitura Municipal de Queimadas, no Agreste do estado.

Na última semana, o certame oferta 121 oportunidades em vários níveis de ensino e funções.

O cargo com maior número de oportunidades é o de professor de anos iniciais, com 10 vagas e de agente comunitário de saúde, também com 10 vagas.

Os salários variam de R$ 1.412 a R$ 4.750 (para o cargo de enfermeiro/a).

A banca escolhida para realizar o concurso é a Faculdade de Ciências de Timbaúba (Facet Concursos) e as inscrições têm previsão término no dia 19 de julho.

Elas deverão ser feitas no site da empresa organizadora (clique aqui para acessar).

As provas devem ser aplicadas em 15 de setembro.

SOBRE O MUNICÍPIO

Localizada na Região Metropolitana de Campina Grande, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Queimadas tinha no último censo (2022) uma população de 47.658 pessoas.

| RESUMO DO CONCURSO DA PREFEITURA DE QUEIMADAS, NA PARAÍBA:

Vagas: 121 oportunidades
Inscrições: 17/6 a 19/7/2024
Local das inscrições: site da Facet concursos
Cartão de convocação: 28 de agosto
Aplicação das provas: 15 de setembro

| Vagas:

Agente Administrativo (7 vagas);
Agente Comunitário de Saúde (10 vagas), sendo 1 vaga – USF Aníbal Teixeira Micro área 42; 1 vaga – USF Boa Vista
Micro área 37; 1 vaga – USF Centro Micro área 99; 1 vaga – USF Cidade Tião do Rêgo Micro área 03; 2 vagas – USF Ligeiro I Micro área 10 e 75; 1 vaga – USF Ligeiro II Micro área 67; 1 vaga – USF Malhada Grande Micro área 30; 1 vaga – USF Saulo Ernesto Micro área 53; 1 vaga – USF Lutadro Micro área 04;
Agente de Combate a Endemias (3 vagas);
Agente de Vigilância Sanitária (2 vagas);
Agente Municipal de Trânsito (4 vagas);
Assistente Social (1 vaga);
Auditor Fiscal (1 vaga);
Auxiliar de Sala (9 vagas);
Auxiliar de Serviços Gerais (9 vagas);
Educador Social (1 vaga);
Enfermeiro (3 vagas);
Farmacêutico (1 vaga);
Fiscal de Obras (1 vaga);
Fiscal de Tributos (1 vaga);
Fisioterapeuta (1 vaga);
Fisioterapeuta – Pediátrico (1 vaga);
Fisioterapeuta – Respiratório (1 vaga);
Fonoaudiólogo (1 vaga);

Gari (4 vagas);
Médico (7 vagas);
Médico do Trabalho (1 vaga);
Médico Ginecologista e Obstetra (1 vaga);
Médico Pediatra (1 vaga);
Médico Psiquiatra (1 vaga);
Motorista (5 vagas);
Operador de Máquinas Pesadas (1 vaga);
Procurador Jurídico (1 vaga);
Professor de Educação Básica I – Anos Iniciais (10 vagas);
Professor de Educação Básica I – Educação Infantil – (10 vagas);
Professor de Educação Básica II – Artes (1 vaga);
Professor de Educação Básica II – Ciências (1 vaga);
Professor de Educação Básica II – Educação Física (2 vagas);
Professor de Educação Básica II – Geografia (1 vaga);
Professor de Educação Básica II –História (1 vaga);
Professor de Educação Básica II – Inglês (2 vagas);
Professor de Educação Básica II – Matemática (2 vagas);
Professor de Educação Básica II – Português (2 vagas);
Procurador Jurídico (1 vaga);
Psicólogo (1 vaga);
Recepcionista (2 vagas);
Técnico de Enfermagem (2 vagas);
Técnico em Farmácia (1 vaga);
Técnico em Informática (1 vaga);
Técnico em Laboratório de Análise Clínicas (2 vagas);
Vigilante (1 vaga).

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri