Com água da Transposição, volume de Boqueirão aumenta e chega a 3,1%

Com a chegada das águas da Transposição do Rio São Francisco ao açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, o volume do manancial já chega a 3.1%, de acordo com números disponibilizados pela Agência Executiva de Gestão das Águas (AESA).

Antes da chegada das águas do Velho Chico, o açude registrou a maior baixa desde da sua construção, no ano de 1956, fixando 2.9% de sua capacidade.

Com a chegada das águas da transposição, os produtores e agricultores que atuam na região da bacia do Boqueirão acreditam no retorno da produção local.

Na próxima sexta-feira (28), a AESA e ANA, responsáveis pela gestão das águas, realizarão uma reunião com irrigantes, pescadores e prefeitos das cidades que estão dentro da bacia hidrográfica do açude, para apresentar um plano de uso das águas e ouvir a população.

 

Com Bruno Lira – MaisPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri