Açude de Sumé recebe recarga de água e aumenta quase três metros

O açude de Sumé, no Cariri, recebeu quase três metros de água apenas na noite desta quarta-feira (12) e madrugada desta quinta-feira (13). O fato alegrou a população do Cariri, que vem sendo abastecida com a água do manancial.

De acordo com as informações, nesta quarta-feira o açude estava na cota de 65.54 da régua limnimétrica, com um volume acumulado de 2.090.513 metros cúbicos de água.

Já nesta quinta-feira, a cota está em 68.48 da régua Limnimétrica, com um volume acumulado de 8.206.715 metros cúbicos de água, isto quer dizer que a água subiu na régua limnimétrica 2.94 metros e acumulou 6.116.202 metros cúbicos de água.

O manancial é o responsável por abastecer 10 municípios do Cariri e um distrito, sendo eles, Sumé, Serra Branca e o distrito de Santa Luzia do Cariri, São José dos Cordeiros, Livramento, São João do Cariri, Parari, Gurjão, Prata, Ouro Velho e o município de Monteiro, que tem seu racionamento reforçado com o açude de Sumé.

De Olho no Cariri

Com Jacqueline Oliveira

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri