TVs Cabo Branco e Paraíba anunciam data da divulgação da 1ª pesquisa Quaest para governo e Senado

As TVs Cabo Branco e Paraíba divulgam, na próxima terça-feira, dia 25 de agosto, a primeira pesquisa de intenção de voto para o Governo da Paraíba nas eleições de 2026.

O levantamento será realizado pela Quaest Consultoria e Pesquisa que, nesta quarta-feira (19), fez o registro na Justiça Eleitoral. Os resultados serão apresentados no JPB2.

A divulgação ocorrerá nove dias após o início oficial da campanha eleitoral, que começou no dia 16 de agosto, e três dias antes do começo da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, previsto para 28 de agosto.

A pesquisa vai medir a intenção de voto para o Governo da Paraíba nos cenários espontâneo e estimulado, além de apresentar simulações para um eventual segundo turno. O levantamento também vai consultar os eleitores sobre a disputa pelo Senado Federal.

Outro ponto será a avaliação do cenário nacional, com pesquisa de intenção de voto para presidente da República e avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Rejeição e avaliação do governo

A Quaest também vai medir a rejeição dos candidatos aos cargos majoritários, além dos índices de aprovação e desaprovação da atual gestão estadual.

Os eleitores serão questionados ainda sobre os principais problemas da Paraíba, o interesse nas eleições e o posicionamento político.

A pesquisa também vai avaliar se apoios políticos de Lula ou Flávio Bolsonaro, recebidos pelos candidatos, podem influenciar a decisão de voto.

O levantamento terá recortes do eleitorado por faixa etária, escolaridade, renda e religião, permitindo uma leitura mais detalhada do perfil dos eleitores neste início da campanha.

Os resultados serão repercutidos pelo Jornal da Paraíba, g1 Paraíba e CBN Paraíba, com análises da equipe de política da Rede Paraíba de Comunicação.

Quem disputa Governo e Senado na Paraíba

Seis candidaturas foram oficializadas para a disputa pelo Governo do Estado e 10 ao Senado da Paraíba ao fim do prazo para registro das candidaturas, em 15 de agosto.

Para o governo, os candidatos e seus respectivos vices são:

Camilo Duarte e Marcos José (PCO);

Cícero Lucena e Diogo Cunha Lima (MDB);

Efraim Filho e Nayanna Pontes (PL);

Lucas Ribeiro (PP) e Lígia Feliciano (União);

Pedro Coutinho e Lenilda Pereira (DC);

Yuri Ezequiel e Carminha Lourenço (UP).

Para o Senado, os candidatos são:

Adriano Trajano (PCO)

André Gadelha (MDB)

João Azevedo (PSB)

João Batista (UP)

Major Fábio (Novo)

Marcelo Queiroga (PL)

Nabor Wanderley (Republicanos)

Rinaldo Júnior (DC)

Rosilene Santana (UP)

Veneziano Vital (MDB)

Jornal da Paraíba

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB