TRE suspende pesquisa Veritá na Paraíba e multa Instituto por divulgação mesmo após liminar contrária

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) manteve a decisão que considerou irregular pesquisa eleitoral do Instituto Veritá, e determinou a suspensão de sua divulgação. O levantamento, que avaliava a disputa para governador e senador nas Eleições 2026, havia sido questionado pelo diretório estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB).

A decisão também manteve as penalidades aplicadas ao instituto pelo descumprimento de uma liminar que já havia proibido a divulgação dos resultados. Segundo o processo, uma publicação com os números da pesquisa permaneceu disponível no perfil oficial do Veritá no Instagram depois de a empresa ter sido cientificada da ordem judicial.

O recurso foi apresentado pelo próprio Instituto Veritá contra a decisão da juíza auxiliar da propaganda eleitoral Renata Barros de Assunção Paiva. O instituto sustentou que o registro atendia às exigências previstas na legislação eleitoral, defendeu a legalidade da coleta telefônica e do método de Probabilidade Proporcional ao Tamanho (PPT) e afirmou que a indicação das fontes públicas utilizadas seria suficiente. Também alegou não haver prova técnica de distorção dos dados e atribuiu a divulgação nas redes sociais a um erro operacional interno.

A Procuradoria Regional Eleitoral da Paraíba se manifestou pelo  desprovimento do recurso.

Com Wscom

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB) vai julgar, nesta sexta-feira (10), a impugnação contra a candidatura a suplente de Veneziano Vital (MDB) de Janine Lucena (PSD).

A ação eleitoral utiliza como fundamento a denúncia do Ministério Público da Paraíba no âmbito da Operação Mandare, que teve Janine e outros investigados entre os alvos.

O objetivo do recurso é questionar a possibilidade de Janine disputar as eleições.

A investigação aponta uma suposta relação de Janine com lideranças da NOVA OKAIDA para ter um ‘controle armado sobre comunidades de João Pessoa’ e converter em ‘instrumento de atuação político-eleitoral’.

De Olho no Cariri

Com MaisPB