PF deflagra Operação Lídia para combater circulação de notas falsas na Paraíba

Na manhã desta terça-feira (3), a Polícia Federal deflagrou a Operação Lídia com o objetivo de combater a aquisição e distribuição de cédulas falsas no estado da Paraíba.

Durante a ação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão na residência de um investigado localizada no município de Esperança, no Agreste paraibano. O mandado foi expedido pela 16ª Vara Federal da Paraíba.

O investigado poderá responder pelo crime de introdução de moeda falsa em circulação, previsto no artigo 289, §1º, do Código Penal. A pena pode chegar a 12 anos de reclusão, além de multa.

O nome da operação faz referência ao antigo Reino da Lídia, região histórica considerada o berço das primeiras moedas da humanidade.

A Polícia Federal segue investigando o caso para apurar a extensão da rede criminosa envolvida e identificar outros possíveis envolvidos.

Assessoria

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri