Operação prende suspeito de estupro virtual que ameaçava expor fotos das vítimas na PB

Um homem, de 27 anos, suspeito de praticar estupro virtual foi alvo de uma operação da Polícia Civil da Paraíba na manhã dessa quinta-feira (26). O investigado foi preso em Santa Rita, na região Metropolitana de João Pessoa.

De acordo com o delegado João Ricardo, da delegacia de Crimes Cibernéticos (DECC), a investigação começou no início do ano quando uma das vítimas denunciou o homem. Segundo a polícia, os crimes de estupro virtual aconteciam há pelo menos dois anos. Não se sabe ainda quantas pessoas teriam sido vítimas do investigado.

Ainda de acordo com a polícia, o homem conversava com as vítimas através de perfis falsos em rede sociais e, quando recebia as fotos íntimas delas, ameaçava expor as imagens caso elas não obedecessem às ordens dele.

Um mandado de busca e apreensão também foi cumprido nesta quinta (26). O homem foi levado para a delegacia, onde deve passar por audiência de custódia.

O caso segue sob investigação.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1