“Não existe uma faca no pescoço”, frisa Adriano Galdino sobre vice de Lucas

O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), afirmou que ‘não existe faca no pescoço’ do Republicanos contra Lucas Ribeiro (PP) pela vice na chapa do governador.

“O que existe são os partidos e algumas lideranças se colocando como opção. O meu partido, Republicanos, diz que temos nome para acolher todo e qualquer critério que seja determinado pela base do governo Lucas Ribeiro. Existe também o PT que tem essa pretensão e outros partidos.  Não existe da parte do Republicanos nenhuma faca no pescoço, muito pelo contrário, a gente quer discutir, quer encontrar aquele companheiro ou aquela companheira que fortaleça a nossa chapa e vamos dialogar nesse sentido”, disse o deputado.

Galdino ainda reiterou que ainda não existem conversas oficiais sobre esse assunto no grupo governista. Apesar disso, os partidos já se movimentam internamente para tentar conquistar a vaga.

“Esse é um assunto que ninguém tem conversado até o dia de hoje, não existe nenhuma conversa dentro do grupo nesse sentido. Mas o importante é que todo mundo tem uma preocupação só: trabalhar para que Lucas seja governador”, completou o presidente da ALPB.

MaisPB

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB