NA PARAÍBA: Solto há dois dias, homem mata esposa e atira no bebê do casal

Um crime brutal foi registrado na manhã deste domingo (29), na cidade de Itaporanga, no Sertão da Paraíba. Um ajudante de vidraceiro, identificado como Elson Félix, de 35 anos, assassinou a companheira, de 28 anos, e atirou contra a filha do casal, uma bebê de 1 ano e 5 meses, que permanece internada em estado grave.

O feminicídio aconteceu por volta das 10h, na residência da família, localizada no conjunto Chagas Soares. Segundo informações da Polícia Civil, Elson foi até o local e efetuou os disparos. A mulher morreu ainda no local, enquanto a criança foi socorrida com urgência para o hospital.

O delegado Ilamilto Simplício, responsável pelas investigações, informou que Elson havia sido solto na última quinta-feira (27), após decisão da Justiça. Ele estava preso justamente por agredir a mesma mulher que assassinou neste domingo. Ainda segundo o delegado, o suspeito integra uma facção criminosa que atua na região do Vale do Piancó.

Após cometer os crimes, Elson fugiu e é considerado foragido. A Polícia Militar realiza buscas em áreas de mata da zona rural do município. O caso está sendo investigado como feminicídio e tentativa de homicídio.

Portal Correio

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri