Na Paraíba: chacina deixa quatro pessoas mortas durante festa; Polícia Civil investiga

Quatro pessoas foram assassinadas em uma chacina na madrugada deste domingo (6) na Praia do Sol, em João Pessoa. Tudo aconteceu durante uma festa em uma casa alugada.

De acordo com informações da Polícia Civil, os atiradores chegaram ao local em um carro e duas motocicletas e já começaram a atirar. Segundo o delegado Bruno Germano, os criminosos tinham como alvo principal o organizador da festa. “Eles tinham um alvo certo, que era o dono da festa, mas sem qualquer razão saíram atirando”, afirmou o delegado. “As pessoas que estavam na residência foram atingidas indiscriminadamente”.

Uma das linhas de investigação da polícia é de que o crime esteja relacionado a uma briga entre facções criminosas. Ainda segundo a Polícia Civil, outras duas vítimas foram socorridas para o Hospital de Trauma de João Pessoa.

Equipes da Polícia Civil e da Perícia estiveram no local durante a madrugada para colher informações.

O caso está sendo investigado, na tentativa de identificar e localizar os autores do crime.

Mais PB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri