Na Paraíba, Caiado prega fim da polarização: “Lula e Bolsonaro já tiveram a chance”

O pré-candidato a presidente da República, Ronaldo Caiado (PSD), se colocou, nesta terça-feira (23), como alternativa a Lula e Flávio Bolsonaro (PL) da disputa pelo Palácio do Planalto nas eleições 2026. Em agenda Paraíba, Caiado defendeu o fim da  “polarização” entre o pré-candidato PT e PL para abrir espaço para um “debate que interessa ao país”.

“Temos que ter uma alternativa ao país. Sair dessa polarização que não resolve nada”, criticou o ex-governador do Goiás.

Caiado se disse confiante na possiblidade de o eleitor prestar mais atenção no debate e ideias. “Acredito que quando começamos a debater, quando a população começar a analisar, como diz os mais jovens, quando a ficha cair, ai ele vai pensar duas vezes aonde eu vou querer de alguém que seja presidente República”, apostou.

“Quem é que está aí? Que vai repetir cinco mandatos do PT no Brasil, 20 anos.  Eu acho que é chegada a hora de a gente ver que eles já tiveram oportunidades, tanto o PT como PL. Tanto o PT como o PL, eles dois já governaram”, pregou o pré-candidato do PSD.

Em João Pessoa, Ronaldo Caiado visitou o Hospital Napoleão Laureano, especializado no tratamento de pessoas com câncer. Ele estava acompanhado do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, e do presidente estadual da sigla, Pedro Cunha Lima, além do deputado federal Mersinho Lucena, dos pré-candidatos Jhony Bezerra, a deputado federal, e Diogo Cunha Lima, a vice-governador.

Com MaisPB

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB