Mulher foragida apontada entre as 10 mais perigosas do RN é presa na Paraíba

Uma mulher, identificada como Bianca Fernanda da Cruz, de 46 anos, apontada como uma das 10 pessoas mais perigosas do Rio Grande do Norte foi presa na manhã desta quarta-feira (12), na praia de Jacumã, no município do Conde, no litoral sul da Paraíba.

Segundo informações da Polícia Civil, Bianca era considerada foragida desde 2022 e já havia sido condenada por tráfico de drogas, receptação e posse ilegal de arma de fogo.

De acordo com o delegado Bruno Vitor Germano, responsável pela prisão, as investigações apontam que a mulher vivia escondida na região do Conde há cerca de dois anos.

Ainda segundo o delegado, a mulher foi localizada por meio dos investigadores da PC e no momento da abordagem, mostrou documentos falsos. Conforme as investigações, Bianca vivia uma vida tranquila na Paraíba, sem atuações recentes no crime.

O companheiro da suspeita também foi preso durante a ação policial. Ele é francês e já tinha sido detido em seu país de origem pelo crime de tráfico de drogas internacionais.

Segundo o delegado Bruno Vitor Germano, o homem tem uma indicação de ser devolvido à França para cumprir sua pena.

Após a prisão, o casal foi encaminhado para a Cidade da Polícia, em João Pessoa.

MaisPB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (13), 17 mandados de busca e apreensão para endereços na Paraíba, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná. A Operação Arena foi autorizada pela 4ª Vara Federal da Paraíba e determinou o sequestro de bens e valores de até R$ 1,1 bilhão de empresas investigadas, entre elas, a PixBet, plataforma paraibana de apostas, suspeita de ocultação da origem e movimentação de recursos faturados com jogos de azar e apostas esportivas.

Na Operação Arena, a Justiça determinou quebras de sigilos bancário e telemático. Conforme a Polícia Federal, os suspeitos usaram empresas e estruturas financeiras fora do país  para movimentar recursos ilegais. A PF quer saber a origem para foi o dinheiro.

Segundo as investigações, foram identificadas movimentações financeiras suspeitas superiores a R$ 2 bilhões entre 2022 e 2025.

A Operação congrega uma força-tarefa formada por Ministério Público Federal, Polícia Federal, Receita Federal e Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

Os investigados devem responder criminalmente por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

A Polícia Federal explicou como se dá a operação dos recursos faturados ilegalmente. Confira abaixo:

Com Mais PB