Lei que fixa piso de profissionais do magistério em R$ 5,1 mil é sancionada

O Governo Federal sancionou, nesta sexta-feira (19), a lei que altera o piso salarial para profissionais da educação básica. Com a atualização, o salário dos profissionais foi fixado em R$ 5,1 mil mensais, um aumento de 5,4%, quando comparado com o valor pago em 2025.

Esta alteração representa um ganho real de 1,5% acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025, que foi de 3,9%.

O novo salário passa a valer a partir de janeiro de 2027 e contempla professores com jornada de trabalho de 40 horas semanais. Além do reajuste, o texto aprovado também amplia a definição de profissionais do magistério, e passa a incluir profissionais de apoio pedagógico, como diretores, supervisores e coordenadores.

Reajuste anual

De acordo com o Ministério da Educação, as novas regras também definem que o piso salarial será atualizado anualmente e divulgado por meio de um ato publicado até o último dia útil de janeiro.

Esse cálculo de reajuste considerará os seguintes indicadores econômicos:

  • Variação anual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC);
  • Metade da média de crescimento real das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) nos cinco anos anteriores.

O texto estabelece os limites máximos e mínimos de reajuste. O valor reajustado não poderá ser inferior à inflação medida pelo INPC, nem superior à variação das receitas do Fundeb entre os dois anos anteriores, incluindo as complementações da União.

Outro ponto do texto define que o Ministério da Educação deverá divulga anualmente o cálculo utilizado para a atualização do piso. O órgão também deverá disponibilizar todos os dados utilizados para o reajuste em uma plataforma de dados abertos, mantendo a transparência do processo de reajuste.

Com informações da Agência Brasil

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O governador Lucas Ribeiro recebeu, na manhã desta quinta-feira (27), na Granja Santana, em João Pessoa, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias. O fortalecimento da caprinocultura, por meio da instalação de indústrias de leite de cabra em pó, foi um dos temas abordados durante o encontro. O projeto para a primeira indústria de leite caprino em pó já vem sendo desenvolvido em Casserengue, município do Curimataú.

O governador Lucas Ribeiro destacou que a visita do ministro Wellington Dias reforça o compromisso do Governo do Estado e do Governo Federal no fortalecimento da caprinocultura paraibana. “É uma grande alegria receber a visita do ministro Wellington Dias para discutir o fortalecimento da agricultura familiar, com a geração de mais oportunidades para quem produz. E a nossa caprinocultura tem sido um vetor de desenvolvimento, gerando emprego e renda para as pessoas. É um segmento que tem recebido o apoio do nosso Governo e do Governo Federal, com programas como o PAA Leite”, disse.

O ministro Wellington Dias destacou a viabilidade da iniciativa. “A Paraíba é o estado que tem o melhor desempenho na execução do Programa de Aquisição de Alimentos, o PAA Leite, e também é o estado que dá a maior contrapartida, fortalecendo o combate à desnutrição e à subnutrição. Além disso, muitas pessoas têm intolerância ao leite de vaca; daí a importância do leite de cabra”, disse.

A secretária de Estado do Desenvolvimento Humano, Neide Nunes, observou que a fabricação de leite de cabra em pó, além de gerar emprego e renda, vem fortalecer a segurança alimentar na Paraíba. “A primeira fábrica de leite em pó é mais uma iniciativa para manter o homem no campo e a cidade ter o seu poder de compra. Vamos fazer agora a primeira compra de leite em pó. São R$ 3 milhões do Governo da Paraíba e R$ 3 milhões do Governo Federal para ser distribuída com as famílias, por meio do PAA Compra com Doação Simultânea”, completou.

Outro assunto abordado durante a reunião entre o governador Lucas Ribeiro e o ministro Wellington Dias foram as mudanças climáticas, que devem impactar regiões do Estado, como o Semiárido. Participaram ainda o secretário-executivo de Mudanças Climáticas, Luiz Nunes; e a coordenadora de projetos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Joanne Santana.