João Azevêdo diz que espera vídeo de Lula em sua campanha para o Senado: “evidentemente que eu vou querer”

O ex-governador da Paraíba e pré-candidato ao Senado, João Azevêdo (PSB), afirmou que espera contar com uma manifestação pública do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante sua campanha eleitoral de 2026.

A declaração ocorre após a divulgação de um vídeo em que Lula declara apoio à reeleição do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), o que movimentou os bastidores da disputa pelas duas vagas ao Senado na Paraíba.

“Evidentemente que eu vou querer que lá na frente ele também grave um vídeo, grave uma mensagem. Isso faz parte da política”, afirmou João Azevêdo ao comentar a expectativa de apoio do presidente em sua própria campanha.

O ex-governador destacou sua relação política com Lula e afirmou que sua pré-candidatura foi construída em diálogo com o PSB e com lideranças do PT na Paraíba e em Brasília. Ele também reforçou seu alinhamento com o presidente, a quem declarou apoio político e ideológico.

“Eu voto no presidente Lula porque acredito no que ele faz e no que ele fez pelo país”, disse.

Com Polêmica Paraíba

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB