Inteligência Artificial identificará foragidos da Justiça nos festejos juninos pela Paraíba

A Inteligência Artificial (IA) vai identificar foragidos da Justiça nos festejos juninos pela Paraíba. A informação foi confirmada pelo próprio governador João Azevêdo (PSB).

Segundo o gestor, o serviço é realizado de um modo muito discreto, mas quem entra no Parque do Povo, em Campina Grande, por exemplo, passa por todo um sistema de reconhecimento facial.

Ainda de acordo com João, quem está dentro do Parque do Povo, muitas vezes, sequer faz ideia do que acontece ali, mas isso também acontece através das câmeras corporais que os policiais usam.

“Muitas pessoas são identificadas como pessoas que têm alguma coisa na Justiça e imediatamente são retiradas daquele local. É um avanço muito grande. Nós estamos aí com drones, com helicópteros, com todo o sistema de segurança para oferecer a segurança como nós oferecemos desde os últimos anos e que não tivemos um único óbito associado à Fecha Junina. Não tivemos um único óbito associado à Fecha Junina durante dois anos“, frisou Azevêdo.

Com Portal da Capital

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri