Homem é preso com mais de R$ 18 mil em dinheiro falso, em Campina Grande

Um homem de 19 anos foi preso durante a noite desta terça-feira (1°) com um saco de dinheiro que somava mais de R$ 18 mil em notas falsas, em Campina Grande. A prisão foi feita durante uma abordagem de rotina da equipe de Rondas Ostensivas Táticas Metropolitana (Rotam), da Polícia Militar. 

De acordo com a capitã Camila, comandante da Rotam de Campina Grande, o suspeito tentou fugir e se livrar da sacola com o dinheiro falso, mas não conseguiu e foi abordado pela polícia. 

“Ao ser verificado, abordado, foi constatado que haviam várias cédulas de R$ 200 e R$ 10. E após uma vistoria minuciosa, foi constatado que essas notas seriam falsas, então somando mais de R$ 18 mil”, explicou a capitã. 

Durante a abordagem da polícia, o homem confessou ter comprado as notas falsas pela quantia de R$ 500, na intenção de utilizar como se fosse dinheiro verdadeiro. 

Em casos de suspeita de recebimento de notas falsas, o indicado é procurar uma agência bancária para verificar a autenticidade do dinheiro. 

O jovem foi encaminhado para a delegacia da Polícia Federal em Campina Grande para passar pelos procedimentos cabíveis. A pena pode chegar até 12 anos de prisão.

G1 Paraíba

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri