Homem é morto a tiros enquanto esperava filho na frente de escola, na Paraíba

Um homem foi morto a tiros nessa quinta-feira (22), no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, enquanto aguardava o filho em frente a uma
escola.

A esposa da vítima presenciou o crime, mas não ficou ferida. Segundo informações da Polícia Militar, Allan Estevão, de 27 anos, estava
esperando o filho que chegaria em um ônibus quando tudo aconteceu.

Dois homens armados desceram de um carro e dispararam várias vezes contra a vítima, que não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. Em seguida, os suspeitos fugiram.

A Polícia Civil investiga as motivações e os responsáveis pelo crime. Imagens de câmeras de segurança na região devem ajudar o trabalho
investigativo.

Com MaisPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri