Governador João Azevêdo entrega 239 novas viaturas e relembra: “PM’s precisavam empurrar carros”

O governador João Azevêdo (PSB) entregou, nesta terça-feira (3), uma frota com 239 novos veículos para as Forças de Segurança da Paraíba, com o objetivo de modernizar e ampliar a frota operacional. Durante a solenidade, o governador disparou contra a estrutura da segurança pública nos governos anteriores.

“Passou o tempo na Paraíba que se empurrava a carro na segurança pública, passou o tempo da Paraíba que se fazia vaquinha entre os moradores para botar gasolina em carro da segurança pública. Hoje em dia não. O foco é a proteção individual de cada profissional, de cada homem e de cada mulher que compõe a segurança pública”, afirmou João.

Dos veículos entregues, 200 serão destinados à Polícia Militar, Polícia Civil e Secretarias de Administração Penitenciária e Segurança e Defesa Social. Outros 39 reforçarão a frota do Corpo de Bombeiros para situações de emergência e salvamento.

“É uma renovação total de frota de veículos para a segurança pública, alguns veículos também administrativos, também será entregue um ônibus da Secretaria de Desenvolvimento Humano que vai fazer com que a Casa da Cidadania seja a caminho por toda a Paraíba, tirando documentos, apresentando, facilitando a vida das pessoas. Então, é uma ação extremamente importante, um investimento aí que beira anualmente a casa dos 60 milhões de reais, mas que oferece a condição que o cidadão e a cidadã que é servidor precisa para exercer sua atividade”, destacou o governador.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1