Dr. Romualdo cobra transparência na PPP do esgoto e defende coragem do governo para enfrentar crise da água na Paraíba

O deputado estadual Dr. Romualdo (PC do B) defendeu, através de suas redes sociais, mais diálogo e transparência no processo da Parceria Público-Privada (PPP) do esgoto na Paraíba. Na publicação, o parlamentar afirmou que a população paraibana “não foi ouvida como deveria” e destacou a importância de que os órgãos competentes acompanhem e verifiquem a transparência do processo que envolve a CAGEPA.

Ao abordar o tema, Dr. Romualdo também chamou atenção para um problema que, segundo ele, atinge diretamente milhares de famílias paraibanas: a crise da falta d’água em diversas cidades do estado.

“Esse debate não pode esconder uma crise ainda mais cruel: as torneiras vazias. Milhares de paraibanos seguem pagando por uma água que não chega”, destacou o deputado.

O parlamentar também ponderou que não é possível cobrar resultados imediatos do novo governador Lucas Ribeiro diante de um problema histórico, acumulado ao longo de anos, mas afirmou que a população espera iniciativas concretas para enfrentar a situação.

“Não podemos colocar na conta do novo governador um problema que se arrasta há anos. Mas o povo espera gestos, atitude, iniciativas e coragem para começar a enfrentar essa realidade”, defendeu.

Dr. Romualdo acompanha há anos a crise do abastecimento de água na Paraíba e tem se colocado ao lado da população afetada pela “crise de abastecimento”. O parlamentar já apresentou diversos projetos de lei e medidas judiciais sobre o tema, entre eles a proposta que garantia desconto na conta quando a água não chegasse às torneiras — vetada pelo ex-governador João Azevêdo — além da ação judicial pela implantação da nova tarifa social.

DE OLHO NO CARIRI

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Pesquisa técnica do Instituto de Pesquisa (IP) revela que cada R$ 1,00 investido pelo município gerou R$ 15,48 em circulação direta no comércio, serviços e polo têxtil local.

SÃO DOMINGOS DO CARIRI (PB) — O 3º Festival da Costura, realizado nos dias 09, 10 e 11 de outubro de 2026, consolidou-se como o maior indutor econômico e cultural do Cariri paraibano. Levantamento estatístico presencial auditado pelo Instituto de Pesquisa (IP) aponta que o evento movimentou entre R$ 2,4 milhões e R$ 3,1 milhões em injeção direta de recursos na cidade, reunindo um público estimado entre 15 mil e 20 mil visitantes.

Com um investimento público referencial de R$ 180 mil na infraestrutura e atrações, o estudo demonstrou um retorno sobre investimento (ROI) socioeconômico de 1.448%. Na prática, cada R$ 1,00 aplicado pela gestão municipal resultou no retorno direto de R$ 15,48 circulando nos caixas de restaurantes, pousadas, lojas, barracas e confecções da cidade.

Aprovação recorde dos serviços públicos

A pesquisa científica, realizada com 200 entrevistas georreferenciadas via GPS e áudio, destacou índices de satisfação comparáveis aos padrões de grandes centros urbanos:

  • Avaliação Geral: 85% dos entrevistados deram notas 9 ou 10 (Excelente) ao evento, totalizando 99% de aprovação positiva.
  • Segurança Pública: 98,6% de aprovação positiva entre moradores e turistas.
  • Limpeza Urbana e Sanitários: 97,2% de avaliações ótimas e boas.
  • Organização e Shows: Mais de 95% de satisfação popular.
  • Índice de Recomendação: 99,3% dos visitantes afirmaram que recomendam a festa e 97,2% têm presença garantida na próxima edição.

Comércio aquecido e valorização do polo têxtil

O impacto fora do pátio de eventos também foi imediato. Entre os comerciantes locais fixos, 64,5% confirmaram aumento direto nas vendas, e 61,3% realizaram contratações temporárias ou reforço de estoque para atender à demanda.

Nos estandes da feira, 100% dos expositores e costureiros afirmaram que o festival fortalece a identidade econômica de São Domingos do Cariri. Além das vendas diretas, 65,2% dos confeccionistas destacaram o ganho de visibilidade da marca e 43,5% fecharam contatos para encomendas futuras no atacado.

O gasto médio individual do público ficou em R$ 159,25 por pessoa, com destaque para os turistas regionais (R$ 185,29) e comerciantes (R$ 245,16). Os dados comprovam que o Festival da Costura deixou de ser apenas uma festividade tradicional para se firmar como uma política pública de desenvolvimento regional, geração de emprego e renda sustentável.

Com Ascom