Deputado Mersinho Lucena afasta saída de Cícero do PP: ‘Estamos bem onde estamos’

Dois dias depois do encontro em Brasília entre Cícero Lucena (PP) e o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP), o deputado federal Mersinho Lucena (PP) afastou as especulações de saída dele e do pai do Progressistas. “Estamos bem onde estamos”, cravou Mersinho.

Especulou-se a possiblidade de filiação do prefeito, que é pré-candidato a governador, em pelo menos três legendas; PDT, PSDB e MDB. O parlamentar garantiu que, apesar dos boatos, nem ele e nem Cícero jamais conversaram até aqui com qualquer dirigente de outros partidos.

Mersinho destacou a relação amistosa e respeitável com a direção estadual do PP e com o presidente nacional do partido, o senador Ciro Nogueira (PP-PI).

O deputado avaliou como “muito positiva” o diálogo de mais de duas horas durante café da manhã, em sua residência, em Brasília, na última quarta-feira (16). Para Mersinho, a conversa serviu para esclarecer pontos na relação político-partidária e para alinhar o discurso do Progressistas em relação as eleições de 2026.

Mersinho ressaltou, ainda, um esforço político pela preservação da aliança com o bloco liderado pelo governador João Azevêdo (PSB) e confirmou que ficara acertadas nesse encontro de quarta-feira novas reuniões coletivas para discutir e definir a chapa, à semelhança dos encontros realizados em fevereiro, na casa de Aguinaldo, na capital federal, e na Granja Santana, residência oficial do governador.

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri