“Cuidado, porque o cavalo derruba o touro”, diz Cícero Lucena em resposta a postagem de Romero Rodrigues

O clima pré-eleitoral esquentou nesta sexta-feira (27) com uma troca de indiretas entre o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), e o deputado federal Romero Rodrigues (Podemos), provável pré-candidato ao governo da Paraíba em 2026. Após Romero fazer referência ao símbolo de um touro para ilustrar sua caminhada política, Cícero não deixou sem resposta e mandou um recado direto: “Cuidado, porque o cavalo derruba o touro”.

A fala de Cícero ocorreu durante entrevista, ao comentar a movimentação de Romero Rodrigues, que nos últimos dias vem usando a imagem de um touro como metáfora para sua força e disposição rumo ao próximo pleito estadual. O prefeito da capital, no entanto, usou uma analogia sertaneja para rebater: “Vai com calma, porque o cavalo não vai pra esteira, mas derruba o touro.”

O comentário repercutiu nas redes sociais e no meio político paraibano, sendo interpretado como um sinal de que Cícero está atento ao tabuleiro eleitoral e disposto a confrontar adversários que tentem se firmar como candidatos competitivos em 2026.

Com PB Agora

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri