Chance de Juliana Cunha Lima na vice diminui, e PL adota critério de segmento para chapa de Efraim

As chances de a primeira-dama de Campina Grande, Juliana Cunha Lima, aceitar o convite do senador Efraim Filho (PL) para ser candidata a vice-governadora em sua chapa diminuíram significativamente. Com isso, outras opções seguem em avaliação pelo partido.

Entre as razões para o ‘recuo’ de Juliana estão questões de saúde, incluindo a gravidez da primeira-dama. Mesmo assim, ela e o prefeito Bruno Cunha Lima (União) devem se engajar na campanha do senador.

Com o recuo de Juliana, o critério geográfico para a escolha da vaga deu lugar à busca por perfis que representem segmentos específicos do eleitorado. Entre as possibilidades avaliadas estão nomes ligados ao setor produtivo e ao segmento evangélico.

A expectativa é que o nome do candidato ou da candidata a vice seja anunciado na convenção do PL, marcada para o próximo domingo (2). O evento contará com a presença do pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), que já confirmou participação.

Apesar de Juliana não integrar a chapa, a expectativa é que o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União Brasil), participe ativamente da campanha eleitoral e esteja presente na convenção.

Segundo fontes do PL, o evento terá um formato mais aberto e imersivo, com participação e a interação de apoiadores, e não apenas dos candidatos que disputarão as eleições de outubro.

Com Jornal da Paraíba

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A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) lançou a campanha Todos contra o VSR – Proteção desde o Início. O objetivo é ampliar o conhecimento de gestantes e da população sobre a importância da imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR), bem como fortalecer o conhecimento dos profissionais da saúde a respeito do tema.

Segundo a entidade, o VSR é responsável por 80% dos casos de bronquiolite e até 60% das pneumonias em menores de dois anos. De acordo com o Ministério da Saúde, foram confirmados este ano 21.398 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus, dos quais 246 resultaram em mortes. A faixa etária de menores de dois anos é a mais afetada: 17.081 casos e 109 mortes.

De acordo com a coordenadora da campanha e diretora da SBIm, Isabella Ballalai, a imunização contra o VSR é essencial para resguardar os bebês nos primeiros meses de vida, quando o risco é maior.

Nesse sentido, há dois recursos à disposição. O primeiro é a vacinação da gestante, que transferirá os anticorpos produzidos para o feto e o protegerá já na primeira semana de vida.

“A partir do nascimento, crianças menores de dois anos podem se beneficiar dos anticorpos monoclonais, em especial prematuros e outros grupos de risco”, a médica.

Com Agência Brasil