Candidato a suplente de senador pela Paraíba tem mandado de prisão em aberto por dívida de pensão

O candidato Bruno Souto (UP), que disputa o cargo de segundo suplente de senador pela Paraíba, está com um mandado de prisão em aberto por dívida de pensão alimentícia. A informação faz parte de um levantamento divulgado pelo g1 nesta quarta-feira (19), que identificou nove candidatos no Brasil nessa situação. 

De acordo com o levantamento, o mandado contra Bruno Souto foi expedido pela 3ª Vara de Família de Campina Grande. A dívida de pensão alimentícia ultrapassa R$ 48 mil e a decisão determina que o candidato fique preso por três meses. 

O mandado de prisão civil foi expedido em 22 de julho de 2026, em Campina Grande, e assinado digitalmente pelo magistrado Antonio Reginaldo Nunes no dia seguinte, 23 de julho, às 9h25. O documento tem validade até 22 de julho de 2028. 

A reportagem procurou a Unidade Popular (UP) na Paraíba para saber se a candidatura de Bruno Souto será mantida e também entrou em contato com o candidato para obter um posicionamento. Até a última atualização da reportagem, não houve resposta. 

Com Jornal da Paraíba

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB