Cabo da PM preso por matar esposa diz que ‘entrou em surto’ e atirou várias vezes

O policial militar, cabo Luiz Miguel, preso por matar a esposa em Massaranduba na madrugada deste sábado (6), prestou depoimento e relatou que “entrou em surto” no momento que matou a companheira às margens da PB-095. De acordo com a Polícia Civil, o casal estava oficialmente casado há cerca de quatro meses, mas já se relacionava há um ano, período marcado por constantes discussões e ciúmes da vítima.

“Estavam indo para Sapé, ele disse que entrou em surto, sacou a arma e não soube nem dizer quantos disparos fez contra a vítima. Ela foi morta fora do carro, vítima de vários disparos de arma de fogo”, disse a delegada Renata Dias.

De acordo com a delegada, o relacionamento era muito conturbado, marcado por muitas idas e vindas. Além disso, eles estavam em processo de divórcio.

“O relacionamento sempre foi muito conturbado. Ele relatou ainda que a cerca de um mês eles estavam em processo de divórcio mas quando foram acertar o acordo passaram a conviver e manter contado. Aí voltaram a ficar para retomar a relação deles. Eles teriam vindo para Campina Grande e no bar, por ciúmes, começaram a discutir, houve uma intervenção, uma guarnição da Polícia Militar esteve presente, mas ela relatou que não foi agredida”, disse a delegada.

Segundo o policial, durante o caminho, Élida começou a agredi-lo e ameaçou descer do veículo em movimento. Ele afirmou que, em um momento de surto, sacou sua arma particular e disparou contra a esposa, não lembrando a quantidade de tiros.

Com MaisPB

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A três dias do segundo turno das eleições, termina nesta quinta-feira (22) o prazo para que candidatos façam comícios e atividades de campanha. Também é o último dia para a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet.

De hoje até 24 horas depois do fim do pleito, ficam vedadas a publicação e a republicação de novos conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial ou tecnologia equivalente, que use imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas.

Até o próximo sábado (24), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda poderá divulgar comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, em até dez minutos diários requisitados às emissoras de rádio e de televisão. Parte desse tempo pode ser cedido aos tribunais regionais eleitorais.

No próximo domingo (25), os brasileiros deverão ir às urnas das 8h às 17h, para eleger o próximo presidente da República.

Eleitores do Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins definem ainda o próximo governador ou governadora. Nesses locais, a ordem de votação na urna é: governador e depois presidente.

Além disso, seis cidades brasileiras terão eleições suplementares para prefeito. Nesses municípios, os eleitores votam primeiro em presidente, depois em prefeito.

O TSE recomenda consultar previamente o local de votação no site do tribunal ou no aplicativo e-Título, e que os eleitores levem uma colinha com o número dos candidatos, anotados em papel. É proibido entrar com celular na cabine de votação.

Com Agência Brasil