Bruno Roberto é destituído da presidência do Partido Liberal em Campina Grande

O ex-candidato ao Senado em 2022, Bruno Roberto, não é mais presidente do Diretório do Partido Liberal (PL) em Campina Grande. A destituição do comando da legenda municipal ocorreu horas após o presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto, anunciar uma mudança de rota na sigla na Rainha da Borborema, visando as eleições deste ano.

Atendendo ao apelo da ala liderada pelo deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL), Valdemar Costa Neto anunciou a retirada do apoio do partido ao projeto de reeleição do prefeito Bruno Cunha Lima (União), abrindo caminho para lançar uma candidatura própria ou formar uma aliança com o partido Novo em Campina Grande.

Desde que a notícia sobre a ida de integrantes da sigla a Brasília para discutir esta mudança veio à tona, Bruno se pronunciou dizendo que nada havia mudado e que a decisão do partido na Rainha da Borborema permanecia a mesmo, pró-Bruno Cunha Lima.

A intervenção no diretório municipal já foi oficializada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A medida também pode acabar interferindo na legenda a nível estadual já que o presidente da sigla na Paraíba é Wellington Roberto, pai de Bruno.

Ainda não há informações sobre quem será o novo dirigente da sigla na cidade.

De Olho no Cariri

PB Agora

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1