Bandidos invadem escola e trocam tiros com vigilante, em Campina Grande

No início da manhã desta segunda-feira (8) o vigilante da escola estadual Monte Carmelo, no bairro do Pedregal, em Campina Grande, foi ferido a tiros por dois criminosos que invadiram o local para roubar sua arma.

Ao perceber a ação criminosa o homem, de 40 anos, reagiu e atirou contra os bandidos, o que provocou uma troca de tiros.

A vítima trabalha em uma empresa de segurança privada que presta serviços ao Governo do Estado.

O vigilante foi socorrido pelo Samu para o Hospital de Emergência e Trauma e seu estado de saúde é considerado estável.

Os criminosos fugiram e ainda não foram presos. A suspeita é de que um deles também tenha ficado ferido no tiroteio.

Mais PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri