Bandidos invadem casa de vereador e roubam dinheiro, celulares e a chave da caminhonete em Tenório

Cinco bandidos a bordo de um veículo Fiesta de cor vermelha, invadiram neste sábado (17) a noite, a residência do vereador Thiago da Lagoa (MDB), na zona rural, e roubaram uma quantia de R$ 2.600 em dinheiro, três aparelhos celulares e a chave da caminhonete do político, que se preparava para ir à cidade participar da festa em homenagem às mães.

Após cometerem o assalto, os bandidos saíram do sítio Lagoa em direção a cidade e, de lá, seguiram em alta velocidade na direção de Juazeirinho pela estrada de terra.

Segundo informações, no momento não havia sequer um policial na cidade de Tenório.

E isso porque estava sendo realizada uma festa em homenagem às mães no centro da cidade, com a presença de um público aproximado de 1.500 pessoas.

Com Heleno Lima

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri