Adriano Galdino avisa a deputados que faltosos terão salários cortados

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), avisou, nesta quarta-feira (17), aos deputados faltosos na Sessão Itinerante realizada em Campina Grande, que a ausência dos parlamentares será descontada no salário.

“Desde sexta-feira nós botamos no grupo dos deputados e convocamos os deputados para sessão especial. (…) Os que não deram a justificativa plausível de suas ausência terão a falta contemplada e será descontada do seu salário do próximo mês”, alertou o presidente.

Adriano Galdino justificou que o desconto na remuneração dos deputados, em caso de falta sem justificativa, é uma decisão prevista pelo Plenário da Casa Epitácio Pessoa.

“Isso é uma decisão não minha, é uma decisão do Plenário da Casa de Epitácio Pessoa. E os deputados ausentes na sessão ordinária terão a ausência descontada em seu salário”, complementou.

A sessão, realizada no Salão de Artesanato de Campina Grande, contou com 28 deputados presentes. Oito parlamentares faltaram: Márcio Roberto (Republicanos), Tião Gomes (Republicanos), Felipe Leitão (MDB), Caio Roberto (MDB), Camila Toscano (MDB), Danielle do Vale (Republicanos), Eduardo Brito (PSB) e Eduardo Carneiro (PP).

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB