Juíza sofre atentado em estrada entre Barra de Santana e Boqueirão; um suspeito morre e outro está foragido

Um grave atentado foi registrado na manhã desta sexta-feira (23), na estrada que liga os municípios de Barra de Santana e Boqueirão, no Cariri paraibano. A ação criminosa teve como alvo o carro onde estava a juíza da comarca de Boqueirão.

De acordo com informações preliminares, três homens armados interceptaram o veículo da magistrada. O policial que faz a segurança da juíza reagiu rapidamente, trocando tiros com os criminosos. Dois suspeitos foram atingidos. Um deles morreu ainda no local, enquanto o segundo foi encontrado ferido em um matagal próximo. O terceiro envolvido conseguiu fugir e segue foragido.

As autoridades realizam buscas intensas na região, principalmente nas imediações do Sítio Taboado e da entrada do município de Barra de Santana, onde o criminoso foragido pode estar escondido.

Alerta Máximo à População Local
A Polícia Militar e outras forças de segurança pedem à população que redobre os cuidados e evite circular em áreas de mata até que a situação seja controlada. Moradores devem estar atentos a qualquer movimentação suspeita.

Colabore com as autoridades:
Qualquer informação que possa ajudar na localização do foragido deve ser repassada imediatamente à polícia pelo número 190.

A equipe do De Olho no Cariri segue acompanhando o caso e trará atualizações em tempo real.

Com Sizak da Mídia

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri