Prefeitura de Sumé e Governo do Estado entregam mais 15 moradias viabilizadas pelo Programa Parceiros da Habitação

O sonho da casa própria finalmente se tornou realidade para as 56 famílias beneficiadas com o Programa Parceiros da Habitação, marcando um novo capítulo na política habitacional no município de Sumé.

A Prefeitura concluiu a última etapa de entrega das moradias do Programa, numa parceria com o Governo da Paraíba e a Companhia Estadual de Habitação Popular (Cehap). Celebrando o momento e o impacto positivo na vida dessas famílias, que agora contam com um lugar seguro e acolhedor para morar.

Foram entregues nesta sexta-feira (7), mais 15 unidades. Neste Projeto, o Governo do Estado entrou com o planejamento e a execução, a Prefeitura de Sumé cedeu os terrenos, mais o valor de R$ 10 mil por cada casa, e conduziu com transparência o processo de seleção das famílias beneficiadas, que aconteceu em 2021.

As unidades habitacionais tem 44 metros quadrados, compostas por sala, dois quartos, cozinha, área de serviço e banheiro, seguindo o padrão do Programa Parceiros da Habitação. Além das casas, o local onde elas foram construídas, no bairro do Conjunto Habitacional, conta com um sistema coletivo de tratamento de esgoto com fossas e filtros biológicos, garantindo mais qualidade de vida e sustentabilidade.

Participaram da solenidade, os secretários municipais Elidiene Batista e a equipe da Assistência Social, Nova Duarte (Administração), Niedja Rodrigues (Saúde), Vicente Lourenço (Obras), a chefe de gabinete, Tereza Cristina, a presidente da Cehap, Emília Correia e sua equipe, os vereadores Arymateia Silva, Jane Isa e Damião Rildo, servidores da prefeitura, populares e as famílias beneficiadas. O prefeito Manezinho Lourenço não pôde estar presente por estar em viagem para Brasília. 

Para a beneficiária Fábia de Sousa, receber as chaves da casa própria marca uma nova etapa na sua vida. “Eu moro de aluguel e o meu medo era um dia não conseguir mais pagar. Hoje tá sendo mágico. O melhor veio, a minha casa, o meu lar e do meu filho, onde vai ser o meu refúgio, o meu novo recomeço”, comemorou.

A senhora Maria Gislene, emocionou-se com a conquista. “É uma emoção enorme, a gente que vive pagando aluguel é um sacrifício e hoje eu posso bater nos peitos e dizer que tenho uma casa”, comemorou.

A secretária Elidiene Batista, que acompanhou o Programa desde o seu início, falou da satisfação em ver toda a etapa concluída e as famílias beneficiadas com a moradia. “Mais uma etapa concluída com sucesso, o prefeito Manezinho Lourenço não pôde estar presente, mas determinou que este momento não fosse adiado, que essas famílias esperaram tanto tempo e a realização desse sonho precisaria ser concretizado logo”, disse.

Elidiene também ressaltou que já existe projeto de habitação para a construção de mais 25 casas. “A Prefeitura já está adquirindo os novos terrenos, que está sendo acompanhado pela equipe de engenharia e posteriormente para aprovação da Caixa Econômica, para que em breve estejamos abrindo inscrições para estas novas moradias”, informou.

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A Operação Mata Atlântica em Pé, deflagrada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e órgãos ambientais, aplicou 15 autos de infração por desmatamento ilegal em quatro municípios paraibanos. A ação foi deflagrada entre 17 e 27 de agosto e atingiu mais de 230 héctares.

As multas, que ultrapassaram os R$ 2 milhões, foram aplicadas nas cidades de São Miguel de Taipu, Massaranduba, Alagoa Grande e Alagoinha. Os ilícitos ambientais foram identificados a partir da fiscalização remota e presencial de sete alertas de desmatamento obtidos por sistemas de monitoramento remoto, como o MapBiomas Alerta.

Operação nacional

Nos 17 estados participantes, incluindo a Paraíba, foram mais de 8 mil hectares autuados e as multas ultrapassaram os R$ 100 milhões.

A Operação Mata Atlântica em Pé utiliza informações produzidas por diversos sistemas de monitoramento remoto, entre eles o MapBiomas Alerta, para identificar áreas com indícios de desmatamento ilegal. Com base nesses alertas, equipes de fiscalização realizam verificações remotas e presenciais para confirmar a ocorrência das infrações ambientais e emitir os devidos autos de infração e termos de embargo.

Penalidades

Confirmadas as irregularidades, os responsáveis ficam sujeitos à aplicação de multas e demais sanções administrativas e a reparação integral dos danos ambientais e climáticos, sem prejuízo na apuração da responsabilidade nas esferas cível e criminal.

As áreas desmatadas ilegalmente também podem sofrer restrições relacionadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), ao acesso ao crédito rural e a outros instrumentos previstos na legislação ambiental.

De Olho no Cariri

Com Portal Correio