Prefeitura de São Sebastião do Umbuzeiro confirma IV EXPOSSU para 11 e 12 de setembro


A Prefeitura de São Sebastião do Umbuzeiro confirmou a realização da IV EXPOSSU – Feira de Caprinovinocultura, que acontecerá nos dias 11 e 12 de setembro. O evento já integra o calendário do município e tem como objetivo valorizar os produtores rurais, incentivar o desenvolvimento do agronegócio e impulsionar a economia local.

Promovida pela gestão municipal, a feira reunirá criadores, expositores, instituições parceiras e visitantes em uma programação voltada ao fortalecimento da caprinovinocultura, uma das principais atividades econômicas da região.

A prefeita Adalcy Freitas destacou a importância da EXPOSSU para o município e para o setor agropecuário.

“A EXPOSSU é um evento que representa a força do homem e da mulher do campo. Além de valorizar os nossos produtores, fortalece o agronegócio, gera oportunidades, movimenta a economia e promove o potencial de São Sebastião do Umbuzeiro para toda a região. Estamos preparando mais uma grande edição e convidamos todos a reservarem essa data”, afirmou a prefeita.

A feira conta com o apoio de instituições parceiras, entre elas Apacco/Bov, Sebrae, Empaer, Governo da Paraíba, além das secretarias municipais envolvidas na organização do evento.

A programação completa da IV EXPOSSU será divulgada nas próximas semanas pela Prefeitura de São Sebastião do Umbuzeiro, com atrações técnicas, exposições, atividades voltadas aos produtores e outras ações que prometem fortalecer ainda mais a cadeia produtiva da caprinovinocultura no município.

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB