Prefeitura de Coxixola abre concurso com 24 vagas e salários de até R$ 5 mil

A Prefeitura de Coxixola, no Cariri da Paraíba, abriu nesta quinta-feira (10) as inscrições para concurso público com 24 vagas imediatas para cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior.

Os salários variam de R$ 1.621 a R$ 5 mil. Entre as oportunidades estão vagas para gari, motorista com CNH D, operador de máquina pesada, vigilante, assistente social, educador físico, enfermeiro, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico, nutricionista, odontólogo, psicólogo e terapeuta ocupacional.

As inscrições seguem até 12 de outubro, exclusivamente pela internet, por meio da CPCon/UEPB. As taxas variam de R$ 75 a R$ 115, conforme o nível do cargo.

A prova objetiva está prevista para 29 de novembro de 2026, com 40 questões. Candidatos aos cargos de motorista e operador de máquina pesada também passarão por prova prática.

O resultado final do concurso está previsto para 17 de fevereiro de 2027. Do total de vagas, uma é reservada para pessoas com deficiência (PCD).

Edital do concurso da prefeitura de Coxixola

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri