Prefeito de Serra Branca reafirma apoio à pré-candidatura de George Moraes para deputado federal em 2026

O prefeito de Serra Branca, Michel Alexandre reafirmou, nesta terça-feira (10), seu apoio à pré-candidatura de Jorge Moraes a deputado federal nas eleições de 2026. A informação foi dada a imprensa, em resposta a rumores divulgados por alguns veículos de comunicação de que o gestor não apoiaria Moraes na disputa eleitoral.

Michel foi enfático ao reafirmar seu compromisso com George Moraes, destacando que o pré-candidato representa o projeto político do grupo governista em Serra Branca. “Quero deixar claro à população que meu apoio a Jorge Moraes está mantido. Ele é o nosso nome para a Câmara Federal, e estarei ao lado dele nesta caminhada”, afirmou o prefeito.

A fala de Michel Alexandre visa pôr fim às especulações sobre um possível distanciamento político entre ele e George Moraes. O prefeito ressaltou ainda que a união do grupo governista é fundamental para fortalecer a representação da região no Congresso Nacional.

De Olho no Cariri

Blog do Bruno Lira 

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri