Polícia prende homem por violência contra ex-companheira em Ouro Velho

Um homem foi preso na noite de terça-feira (23) por suspeita de violência doméstica contra sua ex-companheira no município de Ouro Velho, no Cariri paraibano. A ação foi realizada por policiais do 11º Batalhão da Polícia Militar da Paraíba.

De acordo com informações repassadas pela vítima, ela vinha recebendo mensagens ameaçadoras do ex-companheiro. Ainda segundo o relato, o suspeito teria ido até sua residência apresentando sinais de embriaguez e tentado obrigá-la a reatar o relacionamento.

Diante da recusa, o homem teria agredido a mulher, segurando-a pelos braços e arrastando-a à força. A vítima sofreu lesões no antebraço e no punho esquerdo, além de ter parte de suas roupas rasgadas durante a agressão.

Após serem acionados, os policiais militares realizaram diligências e conseguiram localizar o suspeito, efetuando sua prisão. O acusado foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Monteiro, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.

O caso será investigado pelas autoridades competentes. A identidade dos envolvidos não foi divulgada.

Mulheres vítimas de violência doméstica podem buscar ajuda por meio do telefone 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou acionar a Polícia Militar pelo 190 em situações de emergência.

De Olho no Cariri

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB