Polícia Civil de Monteiro prende acusado de estuprar enteada de 10 anos no Maranhão

A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) vinculado à Delegacia de Homicídios da 14ª Delegacia Seccional de Monteiro, cumpriu nesta quarta-feira (11) um mandado de prisão preventiva contra J.A.R.S., acusado de estupro de vulnerável cometido no ano de 2014, no município de Açailândia, no Maranhão.

O crime teria sido praticado contra a enteada do acusado, que na época tinha apenas 10 anos de idade. A ordem judicial, expedida pela 2ª Vara da Comarca de Açailândia, estava vigente desde 16 de setembro de 2019. Após diligências investigativas, o suspeito foi localizado em Monteiro, no Cariri paraibano, onde foi preso e colocado à disposição da Justiça. Ele deverá cumprir pena em regime fechado, conforme previsto no artigo 217-A do Código Penal Brasileiro.

A prisão integra uma série de ações permanentes de repressão qualificada conduzidas pelo GTE da Polícia Civil de Monteiro. A instituição reforça seu compromisso com o combate à violência sexual e à impunidade, além da proteção às vítimas e o cumprimento das decisões judiciais.

A Polícia Civil também destaca a importância da participação da população por meio de denúncias anônimas, que podem ser feitas pelo número (83) 99650-5809 ou pelo canal 197.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri