PM prende mulher por agressão utilizando caco de vidro contra outra mulher em Monteiro

Na noite da quarta-feira, 23 de setembro, policiais militares do 11º Batalhão prenderam uma mulher suspeita de agredir outra mulher utilizando um caco de vidro, na cidade de Monteiro.

A guarnição foi acionada para averiguar a entrada de uma mulher no Hospital Regional Santa Filomena, apresentando lesões provocadas por arma branca.

Enquanto os policiais ainda estavam no hospital, foi repassada uma informação sobre uma mulher que estaria relatando ter golpeado outra pessoa com uma arma branca.

A equipe deslocou-se até o endereço informado, onde localizou a suspeita. Durante a abordagem, ela informou ter utilizado um caco de vidro contra a vítima.

Diante dos fatos, a mulher recebeu voz de prisão e foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil para a adoção das medidas legais cabíveis.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri