Jovem casal de Campina Grande morre após colisão entre motocicleta e carro na PB-177, em Soledade

Foram identificados como Eduarda e Felipe os dois jovens que perderam a vida no grave acidente registrado na tarde deste domingo (12), na PB-177, em Soledade.

De acordo com as primeiras informações, o casal estava em uma motocicleta quando se envolveu em uma colisão com um carro de passeio. O impacto foi violento, e os dois morreram ainda no local.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas e estiveram na ocorrência. As circunstâncias do acidente serão investigadas pelas autoridades competentes.

Eduarda e Felipe moravam no bairro Santa Terezinha, em Campina Grande, na saída para João Pessoa. A tragédia causou grande comoção entre familiares, amigos e moradores da região.

De Olho no Cariri

Com Soledade em Alerta

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Um casal de Livramento, no Cariri paraibano, viveu uma experiência marcada por fé, superação e espiritualidade ao percorrer o Caminho da Fé com destino ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Laécio Alcântara e Thais Elane completaram a peregrinação após dez dias de caminhada.

A jornada teve início no dia 3 de abril de 2026, na cidade de Águas da Prata, em São Paulo, e foi concluída no dia 12 de abril, com a chegada a Aparecida. O percurso principal entre Águas da Prata e o destino final tem aproximadamente 318 quilômetros.

Criado em 2003, o Caminho da Fé se consolidou como uma das principais rotas de peregrinação religiosa do Brasil, recebendo fiéis e aventureiros que percorrem seus diferentes trajetos a pé ou de bicicleta em busca de espiritualidade, reflexão e superação.

Para Laécio e Thais, a experiência foi além do desafio físico imposto pelos quilômetros, subidas e dificuldades encontradas durante o percurso. Segundo o casal, a caminhada proporcionou momentos de reflexão e uma nova percepção sobre aquilo que realmente é essencial.

“Caminhar pelo Caminho da Fé é aprender a medir a vida não pelas horas do relógio, mas pelo ritmo dos próprios passos. No início, a preocupação é a mochila pesada, as bolhas nos pés e a quilometragem que ainda falta. Com o passar dos dias e das montanhas, tudo muda”, relatou o casal.

Durante os dez dias, os peregrinos enfrentaram o desgaste físico e as dificuldades naturais do trajeto, mas também encontraram acolhimento e solidariedade ao longo da caminhada.

“A estrada nos ensina a simplicidade: o essencial cabe nas costas, a água fresca oferecida por um morador local vale mais que qualquer luxo, e cada subida íngreme reflete as nossas próprias batalhas internas”, destacaram.

Um dos momentos mais marcantes aconteceu nos quilômetros finais, quando Laécio e Thais puderam avistar a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, simbolizando a proximidade da conclusão da jornada.

“Quando você finalmente avista a Basílica de Aparecida do alto da serra, o cansaço desaparece. O que fica na chegada ao Santuário não é o esgotamento, mas um silêncio cheio de gratidão e a certeza de que você não chega a Aparecida a mesma pessoa que partiu”, afirmaram.

A experiência de Laécio Alcântara e Thais Elane transforma os mais de 300 quilômetros percorridos em uma história de devoção e superação, levando o nome de Livramento e do Cariri paraibano por uma das mais tradicionais rotas religiosas do país.

DE OLHO NO CARIRI

Com Paraíba Mix