Ex-candidato a vice-prefeito declara apoio a Manezinho Lourenço para prefeito de Sumé

Paulinho de Benedito, conhecido como delegado da Polícia Civil, anunciou seu apoio a Manezinho Lourenço, candidato a prefeito de Sumé, e Fernando Lourenço, candidato a vereador. Paulinho foi candidato a vice-prefeito na chapa com Elias Freire nas eleições de 2016.

O apoio de Paulinho vem somar-se a uma série de adesões significativas que as campanhas de Manezinho e Fernando têm recebido.

“É uma honra ter o apoio de Paulinho, um homem de bem que conhece a realidade de Sumé e se preocupa com seu desenvolvimento. Juntos, vamos trabalhar por uma cidade mais justa e próspera,” declarou Manezinho Lourenço, comemorando a adesão.

Ele também destacou que, além de Paulinho, outras figuras respeitadas têm se juntado à sua candidatura, fortalecendo ainda mais a sua base de apoio.

Fernando Lourenço também expressou sua felicidade: “O apoio de Paulinho é um reconhecimento do nosso trabalho e compromisso com a população. Estamos unindo forças para garantir um futuro melhor para todos, e a adesão de tantos aliados é um sinal de que estamos no caminho certo.”

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil