Em Sumé: encontro sobre diversidade incentiva reflexão do respeito, inclusão e convivência na sociedade


A Secretaria de Assistência Social, por meio do Departamento da Mulher e da Diversidade Humana (DMDH), promoveu nesta terça-feira (27) uma palestra sobre diversidade com o tema “Construindo uma cultura de respeito, inclusão e direitos humanos”, com a gerente executiva dos Direitos LGBTQIAPN+, da Secretaria Estadual das Mulheres e da Diversidade Humana (SEMDH) do Governo da Paraíba, Laura Brasil.

O evento aconteceu no Centro de Formação de Professores e contou com a participação da secretária municipal da Assistência Social, Elidiene Batista, da chefe do DMDH, Juliana Timóteo, da vereadora Jane Isa Soares, servidores, estudantes e professores do Colégio Estadual Professor José Gonçalves de Queiroz.

Para Juliana, o momento faz parte das ações do Departamento de Divisão, que busca sempre promover atividades e debates que gerem reflexões sobre valores fundamentais da comunidade LGBT para a convivência em sociedade. “Este encontro foi construído de forma intersetorial, para que cada instituição presente tenha este momento para promover conhecimento, diálogo e reflexão, que possamos continuar construindo políticas públicas cada vez mais humana, respeitosa e acolhedora”, avaliou.

Laura Brasil conversou sobre algumas questões presentes no dia a dia da população LGBT, a exemplo da diversidade sexual e de gênero, dos direitos e deveres existentes e das formas de violência enfrentadas por estes grupos.  Abordou também o papel do Estado na implantação de políticas públicas que visem afastar a discriminação e o preconceito. Ao final da palestra os presentes puderam emitir perguntas e dirimir dúvidas.

A iniciativa da gestão municipal reafirma a importância de promover espaços de diálogo e conscientização sobre os direitos humanos e o respeito à diversidade. Ao aproximar o tema da comunidade, o encontro contribui para a construção de uma sociedade mais informada, inclusiva, onde cada pessoa tenha sua vivência com dignidade.

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB