CONFIRA: Inscrições do concurso da Prefeitura de Assunção são prorrogadas

As inscrições do concurso público da Prefeitura de Assunção, na Paraíba, foram prorrogadas e agora seguem abertas até 15 de julho. A informação foi foi confirmada pela administração municipal.

As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, por meio do site da banca organizadora.

Com a prorrogação da inscrição, o pagamento da taxa de inscrição poderá ser feito até 24 de julho de 2026, conforme retificação do edital. Segundo a prefeitura, os candidatos que fizeram a inscrição antes da prorrogação, mas não pagaram a taxa, precisam realizar uma nova inscrição no sistema. O procedimento é necessário para gerar um boleto bancário com data de vencimento atualizada.

O concurso oferece 50 vagas para cargos efetivos em diferentes áreas da administração municipal. Os salários variam de R$ 1.621 a R$ 4.554, com oportunidades para níveis fundamental, médio, técnico e superior.

Do total de vagas, 49 são para ampla concorrência e uma é reservada para pessoas com deficiência (PcD). As inscrições são feitas exclusivamente pela internet, no site da banca organizadora.

Cargos e salários

  • Agente Comunitário de Saúde – R$ 3.242,00 (2 vagas);
  • Agente de Combate às Endemias – R$ 3.242,00 (2 vagas);
  • Assistente Administrativo – R$ 1.621,00 (2 vagas);
  • Auxiliar de Serviços Gerais – R$ 1.621,00 (6 vagas);
  • Eletricista – R$ 1.621,00 (1 vaga);
  • Farmacêutico – R$ 1.780,00 (1 vaga);
  • Fiscal de Obras – R$ 1.621,00 (1 vaga);
  • Fiscal de Tributos – R$ 1.780,00 (1 vaga);
  • Fisioterapeuta – R$ 1.780,00 (1 vaga);
  • Fonoaudiólogo – Educação – R$ 1.780,00 (1 vaga);
  • Fonoaudiólogo – Saúde – R$ 1.780,00 (1 vaga);
  • Guarda Municipal – R$ 1.621,00 (2 vagas);
  • Médico Veterinário – R$ 1.780,00 (1 vaga);
  • Motorista B – R$ 2.431,50 (2 vagas);
  • Motorista D – Educação – R$ 2.431,50 (1 vaga);
  • Nutricionista – R$ 1.780,00 (1 vaga);
  • Odontólogo – R$ 4.554,00 (1 vaga);
  • Operário Urbano – R$ 1.621,00 (4 vagas);
  • Professor de História – R$ 4.438,64 (1 vaga);
  • Professor de Inglês – R$ 4.438,64 (1 vaga);
  • Professor de Matemática – R$ 4.438,64 (1 vaga);
  • Professor de Português – R$ 4.438,64 (1 vaga);
  • Professor A (Pedagogia) – R$ 4.438,64 (2 vagas);
  • Professor de Ciências – R$ 4.438,64 (1 vaga);
  • Professor de Educação Física – R$ 4.438,64 (1 vaga);
  • Psicólogo – Educação – R$ 1.780,00 (1 vaga);
  • Psicólogo – Saúde – R$ 1.780,00 (1 vaga);
  • Psicopedagogo – R$ 4.438,64 (1 vaga);
  • Supervisor Escolar – R$ 4.438,64 (1 vaga);
  • Técnico em Enfermagem – R$ 1.621,00, além do complemento referente ao piso nacional da enfermagem (3 vagas);
  • Vigia – R$ 1.621,00 (4 vagas).

Etapas

O concurso contará com provas objetivas para todos os cargos, além de etapas específicas para algumas funções.

Os candidatos aos cargos de motorista e eletricista passarão por prova prática. Já os concorrentes às vagas de guarda municipal serão submetidos a teste de aptidão física, avaliação psicológica e investigação social.

Para os cargos de nível superior, haverá ainda prova de títulos, com caráter classificatório.

Provas

Segundo o cronograma divulgado no edital, as provas objetivas estão previstas para o dia 30 de agosto de 2026.

As avaliações para os cargos de níveis fundamental e médio devem ocorrer no turno da manhã. Já os candidatos aos cargos de nível superior farão as provas no período da tarde.

Os locais e horários serão divulgados posteriormente pela banca organizadora.

Taxas de inscrição

Os valores das inscrições variam conforme o nível de escolaridade exigido para o cargo:

  • R$ 40 para nível fundamental;
  • R$ 45 para nível médio e técnico;
  • R$ 60 para nível superior.

O edital informa que não haverá isenção da taxa de inscrição, já que o município não possui legislação específica prevendo o benefício.

De Olho no Cariri

Com G1 PB

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB