Adriano Galdino crava que será candidato ao governo do estado em 2026 e revela que já tem apoio de quase 20 deputados

“Meu nome está colocado na mesa e mais da metade dos deputados da Casa já me procuraram e declararam apoio”. A afirmação é do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (Republicanos), ao comentar durante entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação na noite desta terça-feira (6) sobre composições e cenários de olho nas eleições majoritárias de 2026.

Ao programa 60 Minutos, Adriano confirmou oficialmente que é pré-candidato ao Governo do Estado e revelou articulações, dentro e fora da Assembleia Legislativa, para conseguir o objetivo de triunfar em 2026. Durante a entrevista, Galdino revelou que já foi procurado por quase 20 deputados da Casa de Epitácio Pessoa, tanto da situação, como da oposição, declarando apoio a postulação.

Durante a entrevista, o deputado afirmou que ainda não comunicou oficialmente a decisão ao deputado federal e presidente do Republicanos, Hugo Motta, e o governador João Azevêdo (PSB), principais expoentes do seu grupo político, porém, ele ponderou que o seu desejo é público ao cobrar reciprocidade dos aliados e ressaltar que ele é um dos maiores defensores do chefe do Executivo estadual dentro da Casa.

Sobre as tratativas para lançar oficialmente a candidatura, Adriano ponderou que tudo será feito após as eleições municipais.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1