Sete criminosos são presos em plantação de maconha na zona rural de Taperoá

Sete integrantes de uma organização criminosa foram presos nesta quinta-feira (22) durante uma operação da Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), em uma plantação de maconha localizada na zona rural do município de Taperoá, no Cariri paraibano.

Os suspeitos já eram investigados por envolvimento em crimes graves, como assaltos a bancos, pistolagem e tráfico de drogas. Durante a ação, os policiais localizaram uma extensa área cultivada com pés de maconha, além de apetrechos utilizados no plantio e na produção da droga.

Todos os presos foram conduzidos à sede da DRACO, e permanecerão à disposição da Justiça. A polícia segue investigando a possível ligação do grupo com outras ações criminosas registradas na região.

A operação faz parte de um esforço contínuo das forças de segurança para desarticular facções criminosas e combater o tráfico de entorpecentes no interior do estado.

Com informações da DRACO/PCPB

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

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