NO CARIRI: Homem é rendido e tem carro e dinheiro roubados durante assalto

Na madrugada deste último domingo (06), guarnições da Polícia Militar de Sumé foram acionadas para atender uma ocorrência de roubo à mão armada na residência de Nivaldo Henrique, conhecido como “Paulista do Lanche”.

De acordo com informações preliminares, a vítima foi surpreendida por quatro indivíduos armados ao chegar em sua residência, localizada na rua Barata Bezerra, quando retornava do trabalho. No momento em que desembarcava do veículo para fechar a porta da garagem, foi rendido pelo grupo, que anunciou o assalto.

Os criminosos subtraíram um veículo Fiat Strada, de cor vermelha e placas SKZ-9C58, além de cerca de R$ 6 mil em dinheiro. A vítima relatou à polícia que dois dos assaltantes estavam armados com revólveres. Três deles usavam capuzes e um estava com o rosto descoberto, aparentando ser menor de idade, conforme suas características físicas.

As guarnições da Polícia Militar iniciaram imediatamente diligências com o objetivo de localizar os suspeitos e recuperar o veículo roubado. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.

A Polícia segue investigando o caso.

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri